sábado, 20 de maio de 2017

Dilma bandida de carteira assinada




Com a queda do sigilo nas delações dos executivos da Odebrecht, algumas máscaras já eram conhecidas, de outras todos desconfiavam, e houve as que caíssem surpreendentemente. Que cada qual trate o caso a seguir como quiser, já que certamente nem todos partilham da mesma opinião, mas a verdade é que complicou muito para Dilma Rousseff.

A “narrativa” da vítima de um golpe, sustentada na ideia de que seria uma espécie de heroína alheia a qualquer irregularidade, passa a ser um tanto mais difícil depois das delações abertas. E foram seis delatores a informar que suas duas campanhas, de 2010 e 2014, receberam milhões em troca de MPs. Não quaisquer milhões, mas sim R$ 150.000,00 – um valor e tanto.

Segundo delatado, foram as Medidas Provisórias nº 470/2009 e 613/2013. Uma rendeu R$ 50 milhões, a outra os R$ 100 milhões. Sim, isso mesmo: Medidas Provisórias são propostas pelo Palácio do Planalto e, mediante aprovação do Congresso, tornam-se leis. Sim, isso mesmo de novo: pagaram essa dinheirama para APROVAR LEIS.

Nosso sistema está podre. Há tempos.
 

Fonte: O Implicante

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