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domingo, 11 de junho de 2017

Governo e PT temem novas delações premiadas


 
Michel Temer chegou ao topo do poder de mãos dadas com os amigos. Assinou o termo de posse como presidente interino, em 13 de maio do ano passado, graças a Eduardo Cunha (PMDB/RJ), que comandava a Câmara dos Deputados e colocou em votação o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Aproveitou a tinta da caneta e nomeou o deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) como ministro do Turismo e o suplente de deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB/PR) como seu assessor especial. 

O doleiro Lúcio Bolonha Funaro assistiu a tudo em liberdade. Passado pouco mais de um ano, Cunha, Alves, Rocha Loures e Funaro acompanham de dentro da prisão a crise que se abate sobre o colega presidente, hoje não mais interino. Temer também está atento ao que se passa com seus bons companheiros. O juiz federal Sérgio Moro está pronto com a sua equipe de procuradores federais, para prender muitos figurões que assaltaram os cofres públicos para a cadeia.


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